Feliz Natal
e Bom Ano Novo
Di obrigada pela partilha (ainda que pelo Facebook da Sis)
Feliz Natal
e Bom Ano Novo
Di obrigada pela partilha (ainda que pelo Facebook da Sis)
A minha vida é recheada de belas e deliciosas fábulas.
Estas não são mais que histórias vividas, despidas de verdades morais, mentiras, ficção, falsidade e sem sucessos inventados. São apenas histórias insuflável-mente agradáveis de construir.
ainda do amor.
acredito que a minha exigência para com quem O transporta, se deve ao facto de acreditar no Amor.
e de não O querer perfeito, mas feliz. (com todas as oscilações que isso implica.)
Talvez não o devesse procurar… deverei encontrá-lo, construí-lo?
quando se aprende a ler, ninguém nos ensina que é preciso amar as palavras…
enquanto não as sabemos escrever, tentamos dominar todos os seus elementos na ânsia de fugir ao encarnado da correcção.
os caracteres aleatórios com que se escreve o amor, fazem-me querer amar na quietude dos dias.
às vezes choro palavras tristes, com o sal dos dedos, da saudade que te sinto. silencio o mundo para me deixar abraçar e embalar pelas minhas palavras…
(o post em branco foi por engano Di.)
“amar é dizer amo-te escancaradamente.
que a palavra não perde o valor alimenta-se da repetição quando é feliz.
é sonhar alto sem ter medo de cair. é sentir que alguém sonha exactamente o mesmo. que sonhar é mais bonito com o outro. é estar apaixonado em todos os instantes. é dar a mão e sentir aquela mão cá dentro vivendo consigo. construindo consigo.
amar é construir uma bela casinha, que há casas que às vezes se começam pelo telhado.
é contruir um ninho bonito onde se adormece e respira, onde se vão buscar forças de voar.
é complemento. complementar-se. é dizer tudo tudo tudo deixando-me ler em todas as palavras e tolices. é ser um bocadinho foleira porque é inevitável.
amar é amar-te .
é pegar nos nossos pés e continuar assim de mansinho a andar um bocadinho mais longe. todas as minhas letras e frases belas não chegam para dizer o amor.
isso seria já substituí-lo.”
©Sara Dias
acho que nunca saberei conhecer-Te… tlavez nunca saberei acolher-Te.
no entanto: “serei eu?…” “eu ouvi-te chamar durante a noite…”
sinto-me imprópria para amar.