retiro o português suave do teu cadáver. o teu último hálito é meu…
a madrugada é fria, e eu olho-te de vagar.
ouso fotografar-te, assim, sereno como nunca foste.
retiro o português suave do teu cadáver. o teu último hálito é meu…
a madrugada é fria, e eu olho-te de vagar.
ouso fotografar-te, assim, sereno como nunca foste.
gargalhar-me… para me libertar.
” a noite foi rápida como um café…” mas permanecerá “eternamente, como o amor”
de nós, no palco de nós, cada personagem é vinte e uma mil… cada fala é proferida por outros que não nós: AGORA!
e se vierem reclamar os direitos de autor… Maria não os vendas.
Maria, Mata-os!
Feliz Natal
e Bom Ano Novo
Di obrigada pela partilha (ainda que pelo Facebook da Sis)